Adriane obtém a nota mais baixa e fica pela 2ª vez como a pior prefeita do Brasil, diz Veritá
Entre o marido e a vice-prefeita Camilla Nascimento, Adriane vê popularidade chegar ao fundo do poço (Foto: Arquivo)
O Instituto Veritá é o segundo a divulgar o ranking nacional dos prefeitos das capitais e colocar a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), como a pior prefeita do Brasil. De acordo com o levantamento, a gestão da missionária da Assembleia de Deus Missões só é aprovada por 5,2% dos eleitores, enquanto o primeiro colocado no ranking tem aprovação de 94,5%.
A afilhada política da senadora Tereza Cristina (PP) teve nota 1,9 numa escala de zero a 10. Também foi a pior nota entre os 26 prefeitos de capitais e longe do penúltimo colocado, David Almeida, de Manaus, que obteve nota 3,2.
O levantamento confirma a pesquisa do Instituto AtlasIntel, que colocou Adriane como a pior prefeita das capitais brasileiras. Só que a aprovação da pepista ainda era alta, de 14%, enquanto a desaprovação chegava a 79%.
O levantamento do Veritá confirma a má fase da prefeita, abalada pelos buracos nas ruas, falta de remédios nos postos, falta de gestão e, agora, o aumento abusivo no IPTU 2026 e na taxa do lixo.
Só que a pesquisa captou apenas parte da repercussão do aumento de até 396% no IPTU, já que ouviu os eleitores entre os dias 1º e 20 de dezembro do ano passado. Foram 100 mil pessoas em todas as capitais, que avaliaram 51 serviços municipais. A margem de erro é de 2% a 3%.
De acordo com o Veritá, a prefeita de Campo Grande só tem a aprovação de 6% dos moradores, enquanto o prefeito de Porto Velho, Léo Moura, tem 94,5% de aprovação, seguido por Eduardo Braide, de São Luís (MA), com 90,6%, Antônio Furlan, de Macapá (AM), com 85,2%, e Arthur Henrique, de Boa Vista (RR), com 80,9%, e Eduardo Pímentel, de Curitiba (PR), com 79,5%.
Dos 26 prefeitos avaliados, 16 conseguiram aprovação acima de 50% e 17 nota acima de 5.
Veja os resultados
- Léo Moraes, Porto Velho (RO) – 94,5% (nota: 7,1)
- Eduardo Braide, São Luís (MA) – 90,6% (nota: 8)
- Antônio Furlan, Macapá (AP) – 85,2% (nota: 7,5)
- Arthur Henrique, Boa Vista (RR) – 80,9% (nota: 7,2)
- Eduardo Pimentel, Curitiba (PR) – 79,5% (nota: 6,6)
- JHC, Maceió (AL) – 77,3% (nota: 6,8)
- Lorenzo Pazolini, Vitória (ES) – 69,7% (nota: 6,3)
- Emília Corrêa, Aracaju (SE) – 60,2% (nota: 5,8)
- Topázio Neto, Florianópolis (SC) – 56,8% (nota: 5,4)
- João Campos, Recife (PE) – 54,4% (nota: 5,4)
- Cícero Lucena, João Pessoa (PB) – 54% (nota: 5,4)
- Eduardo Siqueira, Palmas (TO) – 53,3% (nota: 5,5)
- Eduardo Paes, Rio de Janeiro (RJ) – 53,3%
- Abílio Brunini, Cuiabá (MT) – 51,8% (nota: 5,0)
- Sebastião Melo, Porto Alegre (RS) – 51,2% (nota: 5,2)
- Bruno Reis, Salvador (BA) – 50,9% (nota: 5,3)
- Silvio Mendes, Teresina (PI) – 48,3% (nota: 5,2)
- Paulinho Freire, Natal (RN) – 47,1% (nota: 4,8)
- Álvaro Damião, Belo Horizonte (MG) – 45,9% (nota: 4,8)
- Ricardo Nunes, São Paulo (SP) – 45,1% (nota: 4,5)
- Evandro Leitão, Fortaleza (CE) – 42,2% (nota: 4,6)
- Igor Normando, Belém (PA) – 36,3% (nota: 4,2)
- Sandro Mabel, Goiânia (GO) – 34,5% (nota: 4,0)
- Tião Bocalom, Rio Branco (AC) – 29,5% (nota: 4,2)
- David Almeida, Manaus (AM) – 18,1% (nota: 3,2)
- Adriane Lopes, Campo Grande (MS) – 5,2% (nota: 1,9)
Fonte: ojacare.com.br/By Edivaldo Bitencourt