Avaliação negativa aumenta e aprovação de Riedel segue em queda, aponta Ranking
O tempo passa, as eleições de 2026 ficam mais próximas e a popularidade de Riedel decresce. (Fotos Saul Schramm/Governo de MS)
A avaliação negativa do governador Eduardo Riedel (PP) segue crescendo e a aprovação diminuindo, de acordo com a última pesquisa divulgada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência.
Segundo o levantamento, 50% dos entrevistados disseram que a administração de Riedel é boa ou ótima, 20% falaram que é regular e 23% declararam que é ruim ou péssima, sendo que 7% não sabem ou não responderam. Além disso, o chefe do Parque dos Poderes tem aprovação de 63% da população de Mato Grosso do Sul e desaprovação de 30%, sendo que 7% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

O instituto ouviu 3 mil eleitores, entre os dias 1º e 8 de novembro, em 30 municípios do Estado. O intervalo de confiança é de 95% e margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Rede Top FM.

No levantamento anterior, produzido entre os dias 1º e 7 de outubro, o governador tinha 70% de aprovação e desaprovação de 23%. Além disso, 54% dos entrevistados disseram que a administração dele era boa ou ótima, 20% falaram que era regular e 19% declararam que era ruim ou péssima.
Em setembro, Riedel tinha 75% de aprovação e desaprovação de 18,7%. Além disso, 58% dos entrevistados disseram que a administração dele era boa ou ótima, 17,2% falaram que era regular e 18% declararam que era ruim ou péssima.
Em comparação, o chefe do Parque dos Poderes iniciou seu terceiro ano de gestão com aprovação de 81% e reprovação de 15%, conforme pesquisa realizada entre os dias 3 e 15 de março deste ano. Além disso, à época, 61% dos entrevistados disseram que a administração era boa ou ótima, 18% afirmaram que era regular e 14% declararam que era ruim ou péssima.
Maiores problemas de MS
O Instituto Ranking também questionou os entrevistados sobre os maiores problemas enfrentados em Mato Grosso do Sul. Para 28%, a saúde pública e a falta de médicos estão no topo; depois aparecem falta de remédios e de exames, com 22%, investir mais em hospitais, com 18,2%, corrupção política, com 15,8%, impostos, com 12,4%, não cumprirem as promessas políticas, com 10%, e melhorar as rodovias, com 8,6%.
Mais atrás estão cuidar melhor das fronteiras, com 7,4%, violência contra as mulheres, com 7%, inflação, com 6,6%, tráfico de drogas e contrabando, com 5,8%, falta de moradias populares, com 5%, governado Riedel não investir mais em Campo Grande, com 4,6%, governado Riedel ajudar mais a Capital, com 4,4%, e falta de administração por parte da prefeita Adriane Lopes, com 4,2%.
Ainda foram citados como principais problemas de Mato Grosso do Sul não ajudar os indígenas e assentados, com 3,8%, falta de preservação do meio ambiente, com 3,6%, não investir mais em educação, com 3,4%, venda de sentenças judiciais, com 3,2%, falta de renovação da classe política, com 3%, e falta de melhorar o policiamento em MS, com 2,8%.
Por fim, foram apontados como os principais problemas do Estado o excesso de buracos nas ruas de Campo Grande, com 2,6%, falta de investir mais na cultura e nos esportes, com 2,4%, e falta de ajuda aos agricultores, com 2,2%, sendo que 2% dos entrevistados citaram outros problemas e 4,2% não sabem ou não responderam.

Fonte: ojacare.com.br/By Richelieu de Carlo