7 de setembro de 2026
Mundo

Mergulhador de 40 anos tem braços dilacerados por tubarão-touro na Flórida

Homem foi salvo devido à coragem do capitão do barco que o acompanhava, que pulou na água, após vê-lo ensanguentado/Reprodução/Blog do Pescador e NY Post

A cerca de 48 km da costa da Flórida, nos Estados Unidos, um mergulhador de 40 anos foi atacado por um tubarão-touro e teve ambos os braços dilacerados pelo animal. Graças ao capitão do barco que o acompanhava, ele conseguiu ser resgatado com vida.

O tubarão-touro, também conhecido como cação-mangona, tubarão-cinza ou ainda como tubarão-de-cabeça-chata, tem a mordida mais forte entre os tubarões. A espécie apresenta, em média, mais de dois metros de comprimento e pode pesar até 130 kg.

O capitão de barco Jacob Johnson estava mergulhando com outras três pessoas, na última terça-feira (1º/9), quando ouviu de um deles: “Socorro, socorro. Fui mordido”, segundo informou a Fox News.

Ele disse que o chamado tinha senso de urgência, mas também – e surpreendentemente – calma em sua voz, o que fez com que ele achasse se tratar de um incidente menor.

“Eu estava olhando por cima da borda do barco para zombar dele; pensei que ele tivesse sido mordido por um peixe-gatilho, mas ele estava todo ensanguentado”, afirmou Johnson, que imediatamente se jogou na água para salvar a vítima, que não teve a identidade divulgada.

Eles conseguiram voltar para o barco e todos tentaram estancar o sangue de alguma forma. “Eu apertei bem e perguntei: ‘E aí, como está?’, e ele respondeu: ‘Acho que está apertado demais’. Então apertei de novo e disse: ‘Você não vai morrer sangrando enquanto eu estiver por perto’”.

Eles chamaram a Guarda Costeira e o homem continuou consciente até ser levado de helicóptero para um hospital. Segundo o NY Post, ele deverá se recuperar, apesar de o tubarão ter atingido uma artéria em um antebraço. O outro braço precisou de dezenas de pontos.

Johnson disse que rezou durante todo o caminho de volta: “Eu estava rezando a Deus para que conseguíssemos voltar em segurança, para que pudéssemos minimizar ao máximo os danos aos seus braços e para que ele pudesse voltar para sua família”, disse ele. “Cada uma de nossas orações não só foi ouvida, como também atendida.” 

Fonte: metropoles.com/Lorena Pacheco

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *