Jornalista investigado após reportagens sobre Dino acusa STF de intimidação
Flávio Dino e Alexandre de Moraes • Reprodução/Instagram
Defesa de Luís Pablo afirma que medida busca silenciar atividade jornalística
A defesa do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, alvo de busca e apreensão determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), acusou a corte de tentativa de silenciamento e intimidação.
O jornalista teve celulares e notebook recolhidos a pedido do ministro Alexandre de Moraes, após publicar reportagens em que apontava suposto uso irregular de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Flávio Dino, em São Luís (MA). A medida foi cumprida na terça-feira (10).
“É uma medida intimidatória e com todas as marcas de tentativa de censura. É uma medida repugnante. É uma excrescência”, escreveu o advogado Marcos Coutinho Lobo.
Segundo a defesa, o objetivo da busca e apreensão seria identificar as fontes do jornalista. “O inquérito é uma tentativa de silenciamento e de intimidação”, afirmou.
O advogado também refutou acusações de perseguição e de monitoramento ilegal atribuídas a Dino, classificando-as como “mentirosas” e “justificativas para exercer intimidação contra o jornalista”.
“O uso do veículo do TJMA pela família do ministro denunciante é fato notório no Maranhão. O conhecimento desse fato não é informação privilegiada do jornalista, sempre foi de domínio público”, acrescentou a defesa.
“É uma medida intimidatória e com todas as marcas de tentativa de censura. É uma medida repugnante. É uma excrescência”, escreveu o advogado Marcos Coutinho Lobo.
Segundo a defesa, o objetivo da busca e apreensão seria identificar as fontes do jornalista. “O inquérito é uma tentativa de silenciamento e de intimidação”, afirmou.
O advogado também refutou acusações de perseguição e de monitoramento ilegal atribuídas a Dino, classificando-as como “mentirosas” e “justificativas para exercer intimidação contra o jornalista”.
“O uso do veículo do TJMA pela família do ministro denunciante é fato notório no Maranhão. O conhecimento desse fato não é informação privilegiada do jornalista, sempre foi de domínio público”, acrescentou a defesa.
Leia a nota na íntegra
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Fonte: cnnbrasil.com.br/Poliana Santos, da CNN Brasil, São Paulo